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O calvário da Dilma
 

Esta foi a primeira semana que vivemos sob a real expectativa de termos novo Presidente da República dentro de poucos dias. Hoje, domingo, 24 de abril, faz uma semana que foi dado o início do processo de afastamento da Presidência da República da Srª Dilma Roussef, que ainda falta ser votado no Senado Federal.

Seria um dia de comemoração para os partidos tidos de “direita” na política brasileira, se é que ainda existe direita e esquerda no cenário político mundial. Há pouco tempo, assistimos o ex-Presidente Lula dizer que iria extirpar o partido democratas da política brasileira. Não é o que vemos nos dias atuais. O PT, do ex-Presidente, segue perdendo Prefeitos, Deputados, políticos e simpatizantes, todos os dias. O PT vem passando por uma espécie de emagrecimento forçado. Não chegará a desaparecer, como vociferava Lula em relação ao democratas, mas jamais voltará a ser o partido das grande multidões como de outrora. O democratas que antes seria extinto da vida política brasileira, hoje é o maior algoz da Presidente e quase ex-Presidente, com atuação marcante do grande Senador Ronaldo Caiado.

O mundo dá voltas e na política não é diferente. O mesmo PT que pediu o impeachment do Presidente Collor, pela compra de um Fiat Elba, que hoje equivaleria à pálio weekend, encara um processo semelhante. Naquela época foi para as ruas mobilizar e pedir a saída de Collor. Agora, diz que é golpe. Não só o Presidente Collor foi alvo de pedido de impeachment do PT, o Presidente Itamar, o Presidente Fernando Henrique Cardoso, todos, sem exceção, desde a redemocratização do Brasil sofreram pedidos de impedimento tentados pelo PT. Está provando do próprio veneno.

Daqui a alguns dias, a Presidente estará sofrendo do mesmo mal que seu partido disseminou em outras épocas, a saída do poder pela porta dos fundos, com graves acusações de desvio de conduta e prática de crime de responsabilidade. Não adianta o PT ir para as ruas e avenidas tentar dizer o contrário com o chavão: “não vai ter golpe”. De fato, não vai ter golpe, vai ter impeachment de um Presidente da República na forma prevista na Constituição e referendado pela mais alta corte de Justiça do País, o Supremo Tribunal Federal. E as chances são grandes do afastamento, com vantagem ainda maior que a votação ocorrida na Câmara dos Deputados.

O calvário da Dilma começou bem antes de domingo passado. Ela mesma, enquanto exercia o poder de Presidente da República cavou a própria sepultura, parafraseando o linguajar popular. Não possui qualquer aptidão para a política, não gosta de receber Deputados e Senadores e odeia o Congresso, bem ao estilo petista de governar, como já disse em outro artigo que escrevi: o PT odeia a democracia e ama a ditadura, desde que eles estejam no comando. A Presidente nunca quis um Congresso com parlamentares atuantes e discutindo projetos e leis para o país, queria um Congresso com 300 prostitutos a serviço do governo, como disse recentemente o delator do mensalão, o ex-Deputado Roberto Jeferson.

A Presidente ainda sofrerá por mais alguns dias, quando, finalmente, acontecerá a votação no Senado sobre o recebimento da autorização para abertura do processo de impeachment, já votado e aprovado pela Câmara, com o afastamento iminente do cargo.

No fim desta história, ao que parece, a Srª Dilma Roussef não amou a nossa República como deveria. O exercício de um cargo público requer doação de si mesmo, amor pelo diálogo, pela conversa e, sobretudo, amor ao exercício diário da arte de fazer política. Ao contrário, agiu com um filho de pai rico que herdou uma fortuna

e a perdeu, sem dar muita importância, pois não trabalhou para conquistá-la. Assim me parece a Presidente, apesar da sua irresignação pela derrota, que se aproxima, amou pouco o Brasil e o povo brasileiro.

 

Renato Nascimento

(advogado, professor, escritor e assessor jurídico de Prefeituras e Câmaras Municipais)

                                                                                                                                                              

 

Torpe e indígna

Torpe e indígna. Estas foram as palavras ditas pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal, o decano Celso de Mello, quanto a fala “grampeada” do ex-Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. De todos os grampos que foram feitos, de todos os diálogos grampeados, a mais grave fala do ex-Presidente foi quando atacou todos os poderes da República, numa fúria incontrolável, digno de uma jararaca, dizendo: o Supremo está acovardado, o STJ está acovardado, o Presidente do Senado é um fudido, o Presidente da Câmara é um fudido.... A gravidade desta fala traduz o sentimento e o conceito que o falante tem sobre República Democrática. O Sr. Luiz Inácio nunca quis regime democrático, ele ama de paixão a ditadura. Deve morrer de inveja de seu velho e falecido amigo Hugo Chávez, do moribundo Fidel Castro e do seu predileto, José Eduardo dos Santos, ditador angolano, no poder desde 1979. Ama a ditadura desde que ele seja o ditador. Este discurso de democracia e independência dos poderes é pra inglês ver. É uma cortina de fumaça, para esconder o seu verdadeiro sonho ditatorial e autocrático. Queria o Lula, uma República com os Poderes Legislativo e Judiciário “independentes”, na forma da Constituição da República, mas coopitados por ele. A existência destes poderes, constitucionalmente instituídos em nossa República, lhe daria a imagem de um estadista que ele se esforçou em transmitir para o mundo. Era o lulinha paz e amor. Entretanto, no fundo, no fundo, como claramente ficou demonstrado em sua conversa, queria um Poder Executivo absoluto com os demais poderes cooptados e dominados por ele. Queria ministros do Supremo sob suas ordens, um Procurador da República que não fosse tão ingrato e Presidentes do Legislativo menos fudidos em relação a ele. Assim seria a sua República idealizada e sonhada para que perpetuasse no poder, juntamente com seu partido socialista. Um socialismo somente para os pobres, porque ele nunca abriu mão do luxo, que nunca teve, mais teimou em querer ter como os ricos, que ele tanto combate. Saiu da Presidência e quis ser igual a eles: sítio para descanso nos finais de semana e apto de frente para o mar. Foi mais além, comprou um tríplex na cidade de Guarujá, digno de um magnata. De fato, sua reação torpe e indigna, como disse o longevo Ministro, é compreensível, pois não conseguiu realizar seu grande sonho, subjugar todos os poderes e nos transformar em venezuelanos.

 

Um grande abraço a todos 

sábado, 19 de março de 2016

                                     

 

28 janeiro 14

PROFERIR PALAVRAS CRISTÃS SEM JESUS, ENGANAM E FAZEM MAL.

 

Pronunciar palavras boas, mas não coloca-las em pratica, faz mal a si mesmo e aos outros. Jesus repreende os fariseus que conheciam os mandamentos, mas não os praticavam em suas vidas. O que sai da boca dos fariseus são palavras boas, mas se não são colocadas em pratica, não servem a nada e fazem mal, enganam, nos fazem acreditar que temos uma casa bonita, mas sem fundamento.

A figura da casa que não éconstruída na rocha,se refere ao Senhor. Isaias afirma:“ Confiem no Senhor sempre, pois o Senhor é uma rocha eterna.” A rocha é Jesus Cristo! A rocha é o Senhor! Uma palavra é forte, da vida, pode ir em frente, pode resistir a todos os ataques, se tem suas raízes em Jesus Cristo. As palavras cristãs sem Cristo enganam, fazem mal!

Uma heresia é uma verdade, uma palavra, uma verdade que se tornou louca. Quando as palavras cristãs são sem Cristo, inicia-se uma caminhada na estrada da loucura. Com efeito, essa loucura nos conduz ao pecado do orgulho e da soberba. Uma palavra cristã sem Cristo leva a vaidade, a segurança de si mesmo, ao orgulho e ao poder pelo poder.

O Senhor derruba essas pessoas. A historia da salvação demonstra isso constantemente como podemos ver em Maria no Magnificat: o Senhor derrubou a vaidade, o orgulho daquelas pessoas que acreditavam ser rocha.

O Senhor humilha essas pessoas que sóvão atrás de uma palavra, ate mesmo uma palavra cristã, mas pronunciada sem o relacionamento com Jesus Cristo, sem a oração com Jesus Cristo, sem o serviço a Jesus Cristo e sem o amor a Jesus Cristo.

O Senhor nos diz sempre para construirmos nossas vidas sobre esta rocha,e a rocha é Ele. Nos fara bem fazer um exame de consciência para entendermos como são nossas palavras. Se são palavras que se consideram potentes, ou se são palavras com Jesus Cristo. Refiro-me as palavras cristãs, porque quando não há Jesus Cristo, ate mesmo essas palavras nos dividem, causam divisão na Igreja.

Peçamos ao Senhor a graça de nos ajudar a ter ahumildade que devemos ter sempre, de dizer palavras cristãs em Jesus Cristo e não sem Ele. Com a humildade de sermos discípulos salvos e ir em frente não com palavras que se consideram poderosas, que terminam na loucura da vaidade, na loucura do orgulho, mas de dizer palavras com Jesus Cristo, fundadas Nele.

Padre Adriano Lessa

Comunidade Católica Brasileira de Mliford, MA 


 20 novembro de 2013

           Pseudo legisladores

            A nossa Constituição completa 25 anos. Mesmo com suas 80 emendas, pode se dizer que seja uma Constituição democrática e de conquistas importantes para toda a sociedade brasileira. O grande problema é a pulverização dos assuntos que dispõe, transformando-a numa lei qualquer e sujeita a todo tipo de emenda a bel prazer e vontade dos governantes brasileiros, como fazem quase todos os meses.

            Um dos grandes avanços desta constituição foi a transferência aos Tribunais de primeira e segunda instância a competência de elaboração de suas próprias peças orçamentárias, dando-lhes independência e autonomia.

            Esta independência é fruto de outro artigo contido na Constituição Federal, mais precisamente no artigo 2º, que diz que os poderes são independentes e harmônicos entre si ...  

    

Este instrumento legal “interna corporis” dos Tribunais e de extrema importância para sacramentar e firmar ainda mais a independência dos poderes, deverá dispor única e exclusivamente sobre o funcionamento do órgão, trâmite dos processos e demais assuntos inerentes ao órgão judicante.

            Entretanto, muitas vezes não é isso que ocorre. O Brasil, por ser um país latino — o que lhe dá uma “leve” tendência ditadorial — tem a grave mania de centralização de poder, ou, ainda, de possuir poder absoluto. Na linguagem popular, quanto mais poder melhor.

            Os poderes, aqui, especificamente o Poder Judiciário, extrapolam em muitas vezes a sua função excepcional de legislar.

            Recentemente, o Brasil inteiro foi testemunha deste fato, no julgamento do mensalão, processo que discute o julgamento dos políticos envolvidos no escândalo de pagamento e recebimento de propina em troca de apoio político, prática disseminada pelos governos no afã de conseguir, a qualquer custo, o apoio de parlamentares em troca de favores financeiros, emendas orçamentárias e outras benesses mais.

            O impasse ocorrido no julgamento, que adiou a discussão sobre a condenação dos envolvidos foi justamente a questão do excesso praticado pelo Supremo Tribunal Federal ao elaborar o seu Regimento Interno.

            Está inserido na sua lei regimental, a existência de um recurso que há muito já não consta de nosso ordenamento jurídico. Na última reforma promovida no Código de Direito Processual Civil, foram retirados vários recursos que embaraçavam e atrasavam o desenrolar do processo até sua decisão final, e dentre eles o recurso chamado de “embargos infringentes”. Justamente este o recurso utilizado pelos advogados dos mensaleiros para protelar ainda mais o julgamento final no Supremo Tribunal Federal.

            É na Constituição brasileira, precisamente no artigo 21, I, onde consta a competência privativa da União para legislar sobre direito processual. Daí nasce todo o direito e derroga toda iniciativa contrária ao estabelecido na carta magna brasileira.

            Em vista disto, se compete somente a União legislar sobre matéria processual e não havendo mais previsão legal no Código Processual Civil dos embargos infringentes, ainda que exista o recurso previsto em alguns dos Regimentos Internos “Brasil à fora”, todos estariam soterrados pelo fenômeno da derrogação das leis por contrariarem o Código Processual Civil e a Constituição Federal que estabelece a competência exclusiva da União para legislar sobre matéria processual.

            Além disto, não é o Regimento Interno dos Tribunais que criam os recursos, eles apenas, estabelecem o seu trâmite dentro do respectivo Tribunal e não, respita-se, a sua criação, que compete ao Código Processual Civil, por delegação da Constituição Federal.

            Portanto, ainda que exista a norma prevendo o recurso dos “embargos infringentes” no Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal, a mesma encontra-se derrogada diante de sua ausência no Código Processual Civil, em que pese o entendimento contrário do Ministro Celso de Mello, ao dizer que a norma não fora revogada especificamente pelo novo Código de Processo Civil e recepcionada pela Constituição Federal.

            Esta é a mania dos poderes, de extrapolarem em suas funções constitucionais. São verdadeiros pseudo legisladores sem competência para tal.

            Se não há previsão do recurso no Código Processual, é uma anomalia a sua existência no Regimento Interno do STF e o que é pior, concordarem com a sua existência e aplicação aos casos que ali são submetidos a julgamento.

            Com isso, o STF que daria o exemplo de aplicação efetiva da Constituição e das leis brasileiras decepciona ao aplicar uma norma processual só existente no Regimento Interno daquele órgão.

            Se é direito universal de todo Reú o duplo grau de jurisdição, é direito de todo cidadão a efetiva aplicação da Constituição Federal.

            Casos de competência originária do Supremo Tribunal Federal não surgiram hoje ou ontem, jaz há muito que se julga Réus e processos de competência originária do Supremo, que já deveria ter criado mecanismos jurídicos legais para o atender o direito universal do Réu de ter seu processo apreciado por duas instâncias julgadoras.

            Esta também é uma outra mania, ou grave defeito alojado nos poderes da República, “depois nos olhamos isto.   

 


 ARTIGO NEWS

segunda, 11 de novembro de 2013 

Dê valor a sua existência          
Embora saibamos todos que a morte é inevitável, vivemos como se ela não existisse, pelo menos não para nós. Entretanto, ao nos depararmos com a realidade inexorável de uma doença que pode abreviar a chegada desse momento - que acreditamos sempre remoto - as conseqüências em nossa vida são profundamente transformadoras.    

Segundo Drauzio Varella, de modo geral, ao ver-se diante da inevitabilidade da morte, as pessoas passam a dar valor a coisas às quais antes davam pouca ou nenhuma importância. Geralmente são coisas pequenas como admirar um pôr-do-sol, ouvir uma bela musica, estar com as pessoas queridas próximas.

Pessoas muitas vezes das quais nem se lembravam há muito tempo, mas que de repente ressurgem em sua consciência, pois deixaram uma marca importante em sua vida sem que elas houvessem se dado conta.



Para Drauzio Varella, é triste perceber que a maioria das pessoas só dá valor à vida quando a estão perdendo e que muitas, na hora de morrer, são tomadas por um sentimento de arrependimento por tudo o que deixaram de fazer ou dizer, sentindo uma grande frustração e a sensação de que desperdiçaram a existência.

É incrível como nos enredamos nos problemas cotidianos e nos esquecemos da necessidade de reconhecer o verdadeiro valor da vida, o quanto é saudável e fundamental vivenciar cada experiência, por menor que nos pareça, com toda a intensidade possível, focando-nos por inteiro em cada gesto, cada atitude e cada sentimento compartilhado com o mundo que nos rodeia.

Simplesmente flua... momento a momento. 
Simplesmente viva, momento a momento,
tão intensamente quanto possível.
OSHO, ‘Be Realistic, Plan For a Miracle’


A felicidade acontece quando a sua vida se encaixa com o que você é, quando se encaixa tão harmoniosamente que qualquer coisa que você fizer será pura alegria.

 

A vida é curta! deveríamos valorizar cada momento simples, como passear na praça, sentar com os amigos, assistir um filme juntos. Isso tudo é vida e esse momento será uno, vai passar e não voltará mais. Não pelo menos pra você!

Dê valor seu trabalho, sua família e seus amigos, faça o que tem de ser feito, apenas viva!!   Já reparou que vivemos pouco? 80 anos a pespectiva de vida do ser humano, mas dentro desse caminhar você desconta 33%, os quais você estará desacordado "dormindo" sem saber o que se passa em sua volta, como se você estivesse treinando para a morte em si. 

Seja menos materialista e reflita sobre sua existência. Você está com um problema? pense sempre... haverá milhões que daria tudo pra estar onde você está....vivendo! Deus te deu o livre arbitrio pra viver como desejas, então o faça! mas de maneira consciente e o mais simples possível.

 Por: Marcos Robson São José da Safira-MG.

                                      Secretário Administração, Gestor Escolar e Membro Consep Safira.

 ARTIGO NEWS

segunda, 07 de outubro de 2013 


 

       Uma história e dois contos

 

            Não é de hoje que o cidadão Eike Batista não sai da mídia brasileira, ora como marido de uma bela modelo, ora como bilionário brasileiro de um Brasil que ainda está por vir. Ambas as situações são verdadeiros contos que não têm nada de fada, como nas histórias infantis que conhecemos, é uma história de dois contos com alguma semelhança dos personagens.

            Enquanto marido da estonteante Luma de Oliveira, era sempre lembrado pelas peripécias de sua esposa, que adorava se mostrar como veio ao mundo nas páginas de revistas masculinas. Se não me falha a memória, foram 5 as revistas em que apareceu, até mesmo depois de casada e de se tornar mãe.

            Ao mesmo tempo em que se mostrava de corpo e alma, dava mostras de amor eterno ao seu marido, quando apareceu em desfile de escola de samba na Marquês de Sapucaí, no carnaval do Rio de Janeiro, usando uma coleira com o nome “Eike” gravado em diamantes. O mais emblemático era que o marido nunca se importava e nunca aparecia. Dava a entender que era um sujeito reservado. Em contrapartida, podia parecer que se achava o máximo em mostrar seu troféu, nua em pêlo, para que os comuns se deliciassem e sonhassem em ter o que o próprio Eike teria quando desejasse e na hora que quisesse. Este parecia ser o seu prazer, ser marido de uma das mulheres mais desejadas do Brasil.

            Pois bem, todo este conto que não é de fadas, acabou em um caso de traição da bela Luma com um bombeiro militar, e, que, mais uma vez, o Eike esteve em evidência, talvez de uma forma que ele jamais imaginou ou desejou estar.

            Agora, recentemente, com os leilões dos campos de petróleo feitos pelo governo brasileiro, novamente o cidadão Eike Batista apareceu como o maior investidor e arrematou os principais campos de petróleo na bacia de Campos.

            Despontou como um cometa iluminando a economia brasileira e posando como um grande empresário brasileiro. Um exemplo para ser seguido por todos nós brasileiros. Homem trabalhador e que conseguiu fazer sucesso sozinho, mesmo sendo filho de Eliezer Batista, Presidente da Vale do Rio Doce por 10 anos durante o governo militar.

            Mais uma vez o cidadão Eike batista quis ser invejado pelos brasileiros, que, por uma segunda vez, ainda que temporariamente, desejaram ser como o Eike. Bilionário e bem sucedido nos negócios e na vida.

            Só que, da mesma forma que foi o seu relacionamento com a bela Luma, os seus negócios também eram apenas de fachada. Criou várias empresas com a letra “x” no final dos nomes, EBX, OGX, LLX e outras mais sem gerar um emprego sequer e sem terminar uma obra ou negócio que iniciou. E o que é mais grave, sempre utilizando dinheiro público vindo do BNDES, para investir e criar suas empresas fantasmas que ninguém sabe onde estão e o que fazem.

            Um fantoche, um objeto de propaganda utilizado pelo governo, que encontrou no empreendedor Eike — possuidor de uma necessidade descalibrada de se mostrar como objeto de sucesso — o seu mais perfeito e acabado exemplo do pseudo sucesso da política econômica brasileira.   

            

 

 

     .... Com os investimentos feitos pelo mega empresário e empreendedor Eike Batista, com dinheiro do BNDES em empresas de “papel”, o cidadão torno-se o homem mais rico do Brasil e o sétimo maior bilionário da terra, de acordo com a revista forbes. Era tudo o que o governo precisava. Mostrar para o mundo que sua política econômica era tão boa e perfeita, que o Brasil já possuía até um bilionário entre os 10 maiores do planeta.

Somente uma pessoa desavisada acreditaria em um empreendedor sem uma empresa erguida ou saída do papel. O Brasil com uma economia engatinhando e às vezes andando para trás, está longe de possuir um bilionário capaz de competir com os grandes nomes da indústria das grandes potências mundiais.

            Como disse o Diogo Mainardi, jornalista do programa Mahatan Conection: “Eu teria sido um otário, estaria me crucificando agora se não tivesse denunciado esta farsa chamada Eike Batista, quando ele surgiu”.

            Hoje nós vemos que foi uma verdadeira farsa. Mais um conto que não é de fadas protagonizado pelo cidadão Eike Batista. Um cidadão bem sucedido nos negócios, que acabou menor do que quando começou sua vida empresarial, anunciando calote aos investidores que acreditaram em seu conto.

            Em meio à crise, o seu grupo EBX busca reestruturar-se. Isso inclui a venda de ativos ou até do controle da MPX (energia) e da MMX (mineração), as empresas mais saudáveis. Com esses recursos, o grupo deve pagar aos maiores credores. Se tudo der certo, o império do homem que chegou a ser o sétimo mais rico do mundo ficará praticamente reduzido a uma petroleira de médio porte e um porto ainda em construção.

            Foi mais um fiasco do governo que tentou criar um factóide da economia brasileira, como faz com a Petrobrás que afunda para esconder a incapacidade de gestão da política energética do Brasil e com o famigerado PAC, programa do governo que também não termina uma obra que inicia.

 

Por: Renato Nascimento

(advogado, professor, escritor e assessor jurídico de Prefeituras e Câmaras Municipais)

  
 

 

ARTIGO NEWS

Sexta-feira, 13 de setembro de 2013.   

 

Amar o inimigo é o que nos torna mais parecidos

                           com Cristo

 

      

Por: Padre Adriano Lessa 
Cidade de Milford/MA/EUA
pe.adrianolessa@hotmail.com



A força do cristão é a sua capacidade de amar. Amar especialmente aqueles que lhe fazem mal, aqueles que o odeiam. Não é um instinto natural, mas é o que Jesus nos pede se quisermos ficar mais próximos dele, que não se vingou de quem o traiu e pregou na cruz.

           Amar os nossos inimigos é muito difícil. E não é questão de amar quem teve alguma briga conosco: as nossas próprias forças poderiam ser suficientes para isso.         

 

         O que Jesus nos pede é amar aqueles que decidem cometer um atentado e matar muitas pessoa, aqueles que, por amor ao dinheiro, não deixam os remédios chegarem até os idosos e os deixam morrer; aqueles que procuram apenas os seus próprios interesses, o seu próprio poder e provocam grandes males. Como é possível amar essas pessoas?

          Parece muito difícil amar o inimigo. É uma graça que só Deus pode nos conceder, com a força que vem da oração por eles, para que nosso Senhor mude os seus corações e converta o nosso próprio coração. Porque todos nós temos inimigos, mas nós mesmos, tantas vezes, nos tornamos inimigos dos outros em vez de amá-los. Este mandamento de Jesus parece ainda mais difícil de cumprir do que os outros: Achamos que Jesus está nos pedindo demais! Deixamos isso para as freiras de clausura, que são santas; deixamos isso para as santas almas, porque na vida cotidiana não dá! Mas tem que dar! Jesus diz: Nós temos que fazer isto! Porque, caso contrário, somos como os publicanos, como os pagãos. Não somos cristãos.


          Jesusperdoa os seus inimigos, faz de tudo para perdoá-los porque os cristãos não procuram vingança: a sua arma é a oração. Rezar é o que Jesus nos aconselha: orai pelos vossos inimigos! Orai por aqueles que vos perseguem! Orai! E dizei a Deus: Muda, Senhor, o coração dele. Ele tem um coração de pedra, dá-lhe um coração de carne, sensível e que ame. Quando se reza por quem nos faz sofrer é como se Deus chegasse com seu bálsamo e preparasse os nossos corações para a paz.

           Faça uma pergunta em seu coração: Eu rezo pelos meus inimigos? Eu oro por aqueles que não me amam? Se dissermos que sim, então vamos em frente, vamos orar mais ainda; este é um bom caminho. Se a resposta for não, então nosso Senhor nos diz: Pobre homem... Você também é inimigo dos outros.


          Amar o inimigo nos torna pobres, sim, mas com a mesma pobreza de Jesus, que se fez pobre quando veio até nós e se rebaixou. Ele, sendo rico, se fez pobre, e nesse rebaixamento é que está a graça que justificou a todos nós, que nos tornou ricos: o mistério da salvação. O amor nos empobrece, mas com aquela pobreza que é a semente da fertilidade e do amor ao próximo.

          Seria muito bonito oferecermos a missa, o sacrifício de Jesus, por aqueles que não nos amam.Seria bom para eles, mas também para nós, para que Deus nos ensine esta sabedoria tão difícil, mas tão bela, que nos assemelha ao nosso Pai que traz a luz do sol para todos, tanto bons quanto maus.

 

 

ARTIGO NEWS

Quarta-feira, 24 de julho de 2013.

  ENQUANTO OS LIDERES RELIGIOSOS VIVEM NA MORDOMIA E AS IGREJAS NO LUXO OS SEGUIDORES PASSAM POR NECESSIDADES BASICAS PARA SOBREVIVENCIA.     

 

Por Marcos Robson

Juiz de Paz

Secretario Consep

Gestor Escolar

Secretario Administração PMSJS.

 

Timóteo 3:2 nos diz que os homens no fim dos tempos seriam mais amantes do dinheiro e de si mesmo, do que amantes de Deus. E isso e o que vem acontecendo já dentro das igrejas.

O luxo das igrejas que se dizem cristas e os carrões conduzidos pelos lideres religiosos já virou piada diante as reportagens pelos canais de comunicação.

 

  

 

    

Vocês acham que Deus prefere manter ouro e luxo nas Igrejas, enquanto boa parte de seus filhos morrem de fome pelo Mundo? Será que é isso mesmo que Deus quer? A inversão dos fatos dar-se ao que acontece nos dias de hoje pelo mundo, não só no Brasil, mas no planeta. Tanto pastores evangélicos, como Padres da Igreja Católica. Isso e fato! Ligue a TV, mas não nas novelas, assistam jornais, acessem a internet e veja por si próprio a realidade.

Nossa era está sendo marcada por uma prática religiosa escandalosa sem precedente. Estamos vivendo a era de falsas teologias, de efêmeras igrejas, de padres e pastores fugazes. Muitos líderes religiosos estão vendendo a alma ao demônio do dinheiro, da ganância e da fama em troca da luxúria e do poder terreno. É a inversão dos valores éticos da teologia verdadeira pela Teologia da Prosperidade.  

Qual o argumento da maioria dos líderes religiosos (pastores, padres e bispos , etc.) usa para viverem no luxo, sabendo que Jesus pregou a humildade e caridade? Eu sei que as igrejas têm obras de caridade, e reconheço o papel importante dessa ajuda para a sociedade carente, por isso não estou falando mal das igrejas. Só acho errado os líderes usarem o dinheiro do dízimo para comprarem carro importado, casas na praia, mansões, celulares caríssimos, viagens de jatinhos, etc.

Não estou criticando uma determinada religião, nem falando que TODOS os líderes religiosos fazem isso. Mas vejo isso constantemente ocorrendo e ninguém parece se incomodar, por quê? Os olhos dos fieis estão vedados.

Também não estou pregando a miséria. Se você gosta de viver no luxo, não tenho nada contra, mas acho que o trabalho é a maneira mais digna de obtê-lo, e não ficar "desviando" o dinheiro do dízimo e usando da FE verdadeira, dos fieis.

 

Sei também que no meio desses falsos profetas, “esses LOBOS”,  existem PADRES, PASTORES, BISPOS com Fe verdadeira e que alcançarão o reino dos Céus. Como exemplo de humildade e Cristianismo e o novo PAPA FRANCISCO. Desde sua eleição, o papa tem surpreendido, inclusive aos cardeais, por dispensar os carros de luxo que foram colocados em seu pátio e ainda ordenando a venda de todos eles.

O Papa Francisco disse: “Dói em mim quando vejo um padre com o último modelo de carro” – afirmou o jesuíta que se transformou em papa, em um encontro em que pediu que os sacerdotes católicos escolhessem as marcas mais “humildes”.

Conhecido, durante anos, por ir ao seu trabalho em Buenos Aires em um ônibus, o papa defende a idéia de ter uma “Igreja pobre” e, no apelo feito contra os carros de luxo, pediu que os religiosos se lembrassem de quantas crianças passam fome no mundo.

Pra você, Leitor! “O que é mais importante dar uma vida de luxo aos lideres religiosos, criar-se igrejas cada vez mais lindas e arquitetadas em vez de se criar centro de acolhimento para pessoas mais necessitadas, criarem programas de luta contra o alcoolismo, drogas, analfabetismo, prostituição, delinqüência e ou outros problemas sociais.

 

Sei que Igreja não e Prefeitura e nem Estado, mas pra que serve o dinheiro da igreja se não pra fazer caridade, o bem a quem precisa? Isso tudo e sem sentido pra mim que sou Cristão. Minha indignação e tamanha e expresso meu direito de falar, pois sou Cristão antes de ser Católico e sempre em toda a minha existência, respeitei todas as crenças, independentemente qual seja ela. Por outro lado, tudo que disse aqui neste artigo, infelizmente e FATO ! Creio em um Jesus de caridade, de humildade e solidariedade, não nesses templos que pregam o dinheiro, o poder, a luxuria, mascarado no nome de um DEUS. Meus princípios teve como base a humildade acima de tudo, talvez por isso sou menos materialista. O ser humano gosta das coisas boas, mas não deve se materializar junto a elas. 

Não me considero melhor que ninguém, sou um pecador, aliás, não sou ninguém! Nao sou santo! quase nao leio a biblia e nem rezo muito, e nem sou digno das maravilhas que Deus faz em minha vida, mas isso nao me desabona a expressar a realidade nua e crua que esta debaixo de nosso narizes e nao a vemos. Não e preciso nenhum intelecto para observar o que se passa nesta era religiosa. Reitero que sou totalmente leigo em se tratando de biblia e nem me dou o luxo de me comparar a um Padre ou Pastor, diante a palavra. Longe de mim!! Sou apenas um Cristão afogado na imposição de uma religião lucrativa a qual não vem de Deus."De graça tu ganhas e de graça tu daras" O filho dele foi humildade em vida e sangrou por nos e por esses "Lobos em pele de ovelha". Uma divida grotesca no dia do Juizo.

 

Porque Jesus nasceu,

viveu e morreu na pobreza? Pense! 

 

 

REFLITA SOBRE SEUS CONCEITOS. Ele foi humildade PURA!!

 

   

    Sera que para alguns o sangue dele foi em vao. 

 


ARTIGO NEWS 

 Segunda-feira, 22 de julho de 2013.

Por:  Renato Nascimento

     A MORTE DO PEBLISCITO QUE NAO NASCEU       
ARTIGO                       Até poucos dias atrás, em todos os canais de televisão, sites e redes sociais, só se falava no plebiscito para a instituição da reforma política no Brasil.

Entretanto, a reforma política brasileira, que é tema de grande importância e que julgo ser a reforma mais significativa no Estado Brasileiro, possui outros ingredientes que não apenas a vontade popular.

Não é de hoje, e pelo que me recordo, começou com o governo do Presidente Collor, que se fala das várias reformas necessárias ao Estado brasileiro para a melhoria do país. Todos os candidatos propalam aos quatro cantos do país a necessidade de se promover a reforma no sistema tributário, reforma fiscal, reforma trabalhista, reforma do Estado e, por fim, a reforma do sistema eleitoral brasileiro.                   

            

            

Como a nossa democracia ainda é muito jovem, uma democracia pós-ditadura, que data de 1989, quando elegemos diretamente o Presidente Fernando Collor de Mello, na primeira eleição após quase 25 anos de regime militar, todos os candidatos a Presidência da República, sem exceção, prometem as reformas acima preconizadas.

A Presidenta, como gosta de ser chamada, diante do clamor das ruas e acuada na inoperância de seu governo anunciou para todo o Brasil, mais uma vez, a tão falada reforma política como forma de aquietar o povo brasileiro diante das manifestações que não cessavam e, ao mesmo tempo, insultar o Congresso Nacional com a insinuação de que não governa ou promove as reformas porque o Congresso não deixa. Anúncio em vão.

Esquece a Presidenta, que toda reforma feita a “toque de caixa” já nasce fadada ao insucesso, ainda mais quando se fala em reformar o sistema político eleitoral de um país com tradição Presidencialista e com tendência centralizadora de poder como é o Brasil.

Uma reforma política profunda como deseja os brasileiros, requer um amplo debate em toda a sociedade, com a participação das várias correntes representativas, participação ativa de nossos representantes e partidos políticos.

 Não é simplesmente estabelecer uma pauta com os temas mais importantes e jogar nas ruas para que os brasileiros possam decidir o que desejam. Os temas de uma reforma política são altamente complexos que fogem ao conhecimento do cidadão comum. Numa ampla reforma se discutiria a questão relativa ao voto distrital, formação e existência de partidos políticos, financiamento das campanhas políticas, duração dos mandatos políticos e etc...

São temas que possuem uma carga de complexidade muito grande para ser colocado cruamente para que a população decida o que entenda seja o melhor para ele, enquanto cidadão, e, consequentemente, para a permanência e existência da nossa República.

Mais uma vez, numa demonstração de insegurança e claros sinais de desnorteamento quanto à condução do país, a Presidente não encontrou o caminho certo. Transformar o debate político sobre a reforma política numa questão plebiscitária foi uma tentativa vã de esconder do povo brasileiro a letargia do governo na administração pública, que cada dia demonstra ainda mais sua ineficiência na gestão pública.

O plebiscito é uma forma de consulta popular adotada nas maiores democracias do mundo ocidental. O fato de discordarmos do processo, não corresponde à exclusão do povo do processo de reforma política, pelo contrário, a participação popular seria importantíssima, mas não na forma de plebiscito. Democrático é a discussão do assunto no âmbito do Congresso que é composto pelos representantes do povo e pelos representantes dos Estados.

Ainda bem que o famigerado plebiscito da Presidenta Dilma morreu antes de nascer, pois, veríamos um debate estéril sobre um tema que representa o centro de todas as reformas necessárias que o país necessita.

                                                                                                 (advogado, assessor e consultor de Prefeituras e Câmaras Municipais)


 

ARTIGO NEWS


 

INVERSÃO DE PRIORIDADE

Po Adeildo Rodrigues -Agnus Conatbilidade 

   Enquanto a União gasta R$ 28 bilhões com a Copa, Municípios pedem por socorro para sobrevivência  

 

 

A pouco mais de um ano da Copa do Mundo, recentemente li em um artigo no site do Jornal Folha de São Paulo, que o Governo Federal divulgou que a organização da Copa até o momento já custou aos cofres públicos R$ 28 bilhões de reais, interessante que em 2007, na euforia da escolha do Brasil para sediar a copa, avaliou-se que os gastos não chegariam a 10 bilhões de reais.

  

Devemos lembrar que a Confederação Brasileira de Futebol(CBF), vendeu a Copa para o público brasileiro de um jeito bem diferente. Disseram que o dinheiro para bancar essa despesa não seria todos recursos públicos, “do meu, do seu, do nosso bolso”, e sim, de parcerias com o setor privado - o que de fato não aconteceu.
 
Se não aconteceu até agora, não acontecerá até a Copa, e hoje, os mesmo interlocutores da época, quando questionados sobre o assunto, preferem desconversar. Acham que se o Brasil ganhar a Copa, o povo e a imprensa logo se esqueceram dos gastos astronômicos. Na verdade o que vale é a bola rolar. Em uma análise simplista, vejamos os valores finais das reformas e construções dos campos de futebol (que agora deram o nome de arena), disponíveis para Copa das Confederações, lembrando que serão 12 estádios a ser utilizados na Copa e até o momento somente 6 que estão.

 

Estádio

Custo final

Mineirão (Belo Horizonte)

R$ 695 milhões

Arena Pernambuco (Recife)

R$ 500,2 milhões

Castelão (Fortaleza)

R$ 518,6 milhões

Estádio Nacional (Brasília)

R$ 1,015 bilhão

Fonte Nova (Salvador)

R$ 2,201 bilhões

Maracanã (Rio de Janeiro)

R$ 882,9 milhões

Total:

R$ 5,812 bilhões

 

Somente com os estádios serão consumidos, aproximadamente, mais R$ 12 bilhões de reais, valor esse que poderá aumentar se a FIFA entender que há alterações necessárias para adequar esses estádios ao padrão FIFA. Bom, talvez ao ler este artigo você ache que não gosto de futebol, pelo contrário, como um bom cruzeirense, gosto muito, porém, deixando a paixão de lado e sendo racional, entendo hoje que nosso País não estar preparado para sediar este evento.

 

O Brasil deve ter prioridades e entre as prioridades não deveria estar o futebol. O futebol é um entretenimento, ele não pode ser mais importante do que os direitos sociais que estão previstos na Constituição Federal, tais como: a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados. Está evidente que estão tirando dinheiro do que é essencial a vida dos cidadãos, para investir em futebol. Estão desviando o foco, invertendo as prioridades e tentando enganar o povo. É isso que os militantes das marchas do país afora estão demonstrando.

 

O discurso dos Governantes da esfera Federal e Estadual é que após a Copa, o povo ficará com o legado, mas, qual legado? As arenas de futebol?  Esse legado que só beneficia grandes clubes. Será que a construção de escolas, hospitais, pavimentação de estradas, melhoria no transporte público, não seria um legado muito maior e mais humano que estádios de futebol?

 

Como Contador vejo os Prefeitos indo a Belo Horizonte e Brasília, de pires nas mãos, nos gabinetes dos poderosos, pedindo por socorro, implorando em favor dos seus municípios míseros recursos para colocar em prática parte dos seus sonhos e projetos para suas cidades, porém sem sucesso.

 

A discrepância é tão exacerbada que enquanto Municípios brasileiros, principalmente os pequenos, como a maioria na nossa região, estão quebrados com dívidas impagáveis com INSS, arrecadação cada vez menor e sendo obrigados a assumir responsabilidades que teoricamente seriam obrigaçãodos Estados e da União. Mas, independentemente disso, como brasileiro, já que se decidiu fazer a Copa, vou torcer pela nossa seleção canarinho. Tomara que o Brasil ganhe a Copa para ajudar a amenizar a tristeza do povo brasileiro, mas certo é que dentro de nós brasileiros algo já mudou, e mudou para melhor.

 

Acho até que, os tais Governantes, gestores da Copa, em conversas nos bastidores com seus assessores devem dizer que se o Brasil ganhar a Copa do Mundo, o povo vai tomar tanta cachaça e vai esquecer que não tem saúde, educação e comida em casa. Que tudo vai ser como era antes.Engano deles. Tenho plena convicção que, com o fim da Copa, com os belos estádios, com as marchas e movimentos sociais, o Brasil será um novo país, com contribuintes mais exigentes, com eleitores mais espertos e com Governantes mais inteligentes.